quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Teólogo diz que o coração provoca a inteligência da fé e da comunhão

“O coração convertido ao ecumenismo provoca a inteligência da fé e da comunhão. Isso significa que o coração que se amplia provoca o mesmo na mente”. A afirmação é do teólogo Elias Wolff, do Instituto Teológico de Santa Catarina (Itesc), ao participar do III Simpósio Internacional de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
Antonio Carlos Ribeiro

Rio de Janeiro, quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O teólogo introduziu o tema afirmando que o pontificado de João XXIII inaugura a mudança de posição da Igreja Católica diante do Movimento Ecumênico e de diálogo com as religiões não-cristãs. Esta é, segundo ele, uma convicção tão firme que a própria celebração do Concílio torna-se um evento ecumênico e dialogal, que conta com a presença de observadores não-católicos. Os observadores propõem, inclusive, questões e fazem observações que integrarão diversos documentos conciliares.

Na visão do Vaticano II, o ecumenismo é visto como modus operandi (modo de operação) e como modus escendi (modo de ser), de forma a escutar o outro e escutar o coração do outro. Wolff lembrou a afirmação “no princípio era a relação”, do filósofo Martin Buber, a partir da qual tudo o mais se constrói a partir da troca entre seres humanos. O ser é ser em diálogo, por isso na comunhão não se pensa ad intra.

Ele identificou tendências nas igrejas que criam dificuldades ao diálogo ecumênico e inter-religioso, como a afirmação através do complexo triunfalístico de poder, na Igreja Católica, da manutenção de uma analogia polêmica do período da Reforma, entre evangélicos tradicionais, e uma luta pelo proselitismo como forma de afirmação, entre os pentecostais.

O teólogo do Itesc enfatizou que o ecumenismo é essencial e não acessório, como afirmou João Paulo II, e por isso torna-se um constitutivo básico do evangelho. “A dificuldade é que em nossa realidade sempre, o ecumenismo acaba sofrendo com dilacerações da identidade eclesial”, afirmou. A partir disso, enfatizou que o diálogo não existe para mudar a verdade do outro, mas para dar conteúdo à expressão da fé.

Wolff recomendou atitudes práticas como compreender o outro na sua verdade, que exigirá passar do conversionismo para o acolhimento. A conclusão pastoral é que o ecumenismo não se faz apenas de bons sentimentos, mas de gestos concretos. E lembrou a expressão de João Paulo II: “Aquilo que nos une é mais forte do que o que nos separa”.
 

Grito dos Excluidos 2007 - "Queremos Participação no Destino da Nação"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluídos 1998 - "Aqui é o Meu País"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluidos 2006 - "Justiça, Trabalho, Educação, Vida, Casa, Pão, Terra, Saúde"

Grito dos Excluídos 1997 - "Queremos Justiça e Dignidade"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluídos 1996 - "Trabalho e Terra para Viver"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluídos 2004 - "Brasil: Mudança Prá Valer o Povo Faz Acontecer"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluidos 2001 - "Por Amor a essa Pátria Brasil"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluídos 1995 - "A Vida em Primeiro Lugar"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluidos 2002 - "Soberania Não se Negocia"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluídos 2003 - "Tirem as Mãos... O Brasil é Nosso Chão"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

Grito dos Excluídos 2000 - "Progresso e Vida, Patria sem Dívidas"


Fonte: Postado no Youtube por RedeRuadeComunicacao

sábado, 20 de agosto de 2011

CONIC-MG - Reunião Ampla - 20/08/2011 - Fotos


Fotos: (ICAR) Sandra Bossio / Samantha de Albuquerque

CONIC-MG se mobiliza em grupos temáticos

Mobilizar-se em setores temáticos para uma atuação conjunta. Essa é a estratégia do CONIC-MG para este segundo semestre, traçada durante a reunião ampliada, realizada na manhã de 20 de agosto nas dependências da Segunda Igreja Presbiteriana Unida.





As 20 pessoas presentes se articularam em dez áreas programáticas (Liturgia; Juventude; Jurídico; Comunicação; Financeiro; Saúde; Social; Gênero; Comissão Teológica e Eventos). A partir de agora, essas áreas estarão se mobilizando e informando suas ações, que estarão disponíveis no blog do CONIC-MG: http://conicminas.blogspot.com/


Eventos


Celebração dos 494 anos da Reforma Protestante, presidida pelo CONIC-MG com apoio das igrejas-membro, em 31 de outubro de 2011.


Mobilização das mídias sociais pelo setor da Juventude, buscando um enfoque próprio na linguagem jovem, em um domínio específico no Facebook.


Mobilização em favor da paz no Dia Internacional da Paz, 21 de setembro. Evento na praça Sete de Setembro, lembrando as mulheres que foram mortas de forma violenta. O evento terminará com uma caminhada até a praça da Estação.


Encontro de Fé e Política – 3 de setembro na Paróquia Bom Jesus do Horto. Mais informações em www.pucminas.br/unesp


Grito dos Excluídos em 7 de setembro: Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós. Concentração na praça da Estação, a partir das 8h30.


Dia D da Igreja Batista Getsêmani, em parceria com a Comissão Gestora do Desarma Minas – 15 de outubro – Ampliar a Campanha de Desarmamento.


Forum Técnico "Segurança nas Escolas: por uma Cultura de Paz", com audiencias públicas acontecendo nos dias 22 de agosto (Contagem), 25 de agosto (Araxá) e 1 de setembro (Teófilo Otoni) e o Seminário Legislativo "Minas Mais Igual - Pobreza e Desigualdade", com encontros regionais se realizando entre os dias 5 de setembro e 7 de outubro, com inscrições no site da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.


Seminários estaduais sobre Desenvolvimento Local Sustentável, com foco em economia solidária.


Encontro Estadual do CONIC-MG


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

3ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres de Belo Horizonte


Nos dias 2 e 3 de setembro, será realizada a 3ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, presidida pelo Secretaria Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania, em parceria com a Coordenadoria dos Direitos da Mulher de Belo Horizonte e com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Belo Horizonte. Dentre os objetivos do encontro estão a análise da realidade brasileira na perspectiva do fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres que contribuam para a erradicação da pobreza extrema e para o exercício da cidadania pelas mulheres belorizontinas, mineiras e brasileiras. A criação de uma plataforma de políticas para as mulheres no âmbito municipal, à luz da discussão dos eixos temáticos definidos nacionalmente e da plataforma definida na II Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres é outro ponto importante do evento.

A 3ª Conferência será precedida de 9 (nove) Pré-Conferências Regionais preparatórias, conforme área de abrangência das Secretarias de Administração Regionais Municipais.

Acompanhe a programação das Regionais.

REGIONALLOCALDATA
BARREIRO
Informações: 3277.1517
Sede da SARMU
Rua Flávio Marques Lisboa, nº 345 - Barreiro
10/08/11 - Quarta-feira
Das 17h30 às 20h30
VENDA NOVA
Informações: 3277.5515
Escola Municipal Antônia Ferreira
Rua João Gualberto de Abreu, nº 10 - São João Batista
17/08/11 - Quarta-feira
Das 18h às 21h
NOROESTE
Informações: 3277.7186
Sede da SARMU
Rua Peçanha, nº 144 - Carlos Prates
19/08/11 - Sexta-feira
Das 15h às 19h
PAMPULHA
Informações: 3277.7899
Anhanguera Educacional
Av. Antonio Carlos, nº 4.157 - São Francisco
24/08/11 - Quarta-feira
Das 13h às 18h
LESTE
Informações: 3277.6377
Auditório Regional Leste
Rua Lauro Jacques, nº 20 - Floresta
25/08/11 - Quinta-feira
Das 13h30 às 18h
CENTRO SUL
Informações: 3277.1997
Auditório Regional Centro Sul
Rua Tupis, nº 149 - 9º andar - Centro
25/08/11 - Quinta-feira
Das 15h às 18h
NORTE
Informações: 3277.7378
Auditório da SAMUR
Rua Murilo Cassete, nº 25 - São Bernardo
25/08/11 - Quinta-feira
Das 18h às 21h
NORDESTE
Informações: 3277.9949
Auditório da SARMU
Rua Queluzita, nº 45 - São Paulo
26/08/11 - Sexta-feira
Das 14h às 18h
OESTE
Informações: 3277.7009
SEBRAE
Av. Barão Homem de Melo, nº 329 - Nova Granada
26/08/11 - Sexta-feira
Das 13h às 17h

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Uma Oração em forma de Poesia, por Irmã Nélia Moreira

OS GAYS E A BÍBLIA, por Frei Betto

Frei Betto

É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.

No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”...).

Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).

No 60º aniversário da Decclaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.

A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu Catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hétero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.

São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.

A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).

Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

Ora, direis ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.

Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?

Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.

Frei Betto é escritor e assessor de movimentos sociais, autor de “Um homem chamado Jesus” (Rocco), entre outros livros.

Moral? , por Rose Marie Muraro

A honestidade e a moralidade da maioria da população sempre foram o esteio da sociedade de classes

Rose Muraro - Agencia Essa

O ARTIGO de Paulo Betti ("Tendências/Debates", 5/9) e a polêmica que desencadeou mexeram comigo. Por isso, gostaria de colaborar com algumas reflexões.

No livro "Sexualidade da Mulher Brasileira: Corpo e Classe Social no Brasil", que escrevi com a colaboração de vários especialistas, descobrimos a lógica das classes.

Desde que nascem, as crianças ricas têm todos os seus desejos satisfeitos. Por isso, tendem, até o fim da vida, a considerar que o mundo lhes pertence, porque tudo o que a criança percebe no primeiro ano de vida é impresso não só em seu inconsciente mas também em seu próprio corpo.

Já os filhos de camponesas mais pobres, em geral desnutridas e que não têm tempo de cuidar das crianças, percebem que sua fome e seus desejos não são para ser satisfeitos. Assim, apreendem, sem questionar, o mundo como expropriador de seus direitos essenciais.

Essa é a base da relação opressor/oprimido, característica essencial do sistema competitivo/capitalista/neoliberal, que nunca é, nesse nível inconsciente, questionada pelas pessoas. A classe dominante, sem pudor, faz as leis e as transgride segundo seus interesses. A dominada (da classe média para baixo) é ensinada que tem de obedecer a essas mesmas leis -porque, senão, será punida- e que todo cidadão tem de ser honesto para ser aceito.

Desde sempre, a transgressão das leis é chamada de corrupção. Na atual sociedade da informação, a novidade é que a mídia, mesmo que não queira, é obrigada a denunciar episódios de corrupção e fraude. Se não o fizer, não "vende" para a grande maioria, honesta e indignada.

Ou seja, a honestidade e a moralidade da maioria da população sempre foram o esteio da sociedade de classes. As religiões sempre ensinaram que só o amor e o altruísmo levam a uma vida melhor depois da morte. Assim, no decorrer dos milênios, foi se criando uma dupla moral. A dos senhores, que podiam fazer tudo o que quisessem, e a dos subordinados, que tinham de respeitar a lei para poderem ser felizes após a morte.

A boa novidade no Brasil é que essas maiorias elegeram um presidente oriundo da classe dominada, de quem não se esperava que transgredisse a lei da honestidade e da moralidade. E quando ele se viu obrigado a jogar o jogo da classe dominante para continuar no poder, houve uma grita a partir da classe média, sinceramente honesta, contra a corrupção e a fraude que esse mesmo presidente antes condenava.

E os pobres, que sabem desde o nascimento que são expropriados de quase tudo, crêem, também sinceramente, que, já que são sempre roubados pelos dominantes, pelo menos darão o seu voto a quem reparte com eles alguma fatia desse roubo.

Toda essa lógica foi corroborada por um amigo banqueiro que me dizia: "Você é uma idiota romântica. Corrupção é correlação de forças, e fraude são as leis do mercado". Esse pensamento é típico dos que dominam o sistema neoliberal e que sabem que, se forem honestos, serão logo derrotados na competição; se não tiverem "caixa dois", estarão trabalhando para o governo sem lucrar e logo entrarão no vermelho.

Essa lei não escrita é duríssima, mais para a classe dominante que para os que se acomodam na sua honestidade. Todo grande empresário ou político sabe que a competição é mortal. E eles têm de sobreviver à custa da morte simbólica dos outros. Eles fabricaram a noção de moralidade para que os dominados continuassem pobres, sem competir com eles (ricos), mas eles mesmos sabem que o jogo entre os seus iguais é muito pesado.

A única queixa que tenho do presidente Lula é que, em vez de trocar as antigas elites por novas elites menos corrompidas, ele fez a troca pela metade, deixando na área econômica todo o poder ao sistema financeiro,
quebrando, com isso, o sistema produtivo. Mexer com o sistema financeiro seria bater de frente com o sistema dominante.

A verdadeira luta pela justiça é trocar as elites antigas por outras mais comprometidas com a justiça. Ser moral dentro de um sistema imoral é legitimar a imoralidade. A ética só é verdadeira quando se trata o
problema a partir de suas raízes, transformando um sistema mortal e competitivo num outro em que as decisões sejam tomadas pela sociedade organizada de baixo para cima e que, portanto, possa suprir as necessidade de todos, e não apenas as de uma classe treinada desde que nasce para ter seus interesses atendidos a qualquer preço. Acho que só é honestidade a luta contra a injustiça.

ROSE MARIE MURARO, 75, formada em física e em economia, é editora, escritora e fundadora do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.

Reunião Ampliada

Data: 20 de agosto de 2011
Horário: 8h30 às 12h
Local:
Igreja Presbiteriana Unida,  Rua Guajajaras, 1687 - Barro Preto/ BH

PRIMEIRO MOMENTO
1. DEVOCIONAL: responsável -  Igreja Presbiteriana Unida (IPU)

2. ORGANIZAÇÃO  DOS SETORES TEMÁTICOS  (conforme anexo)
    Solicitamos que as pessoas inscritas nos respectivos setores, tragam suas sugestões, tendo em vista a maior  participação e envolvimento de nossas igrejas na dinamização e descentralização do CONIC-MG, para que a dimensão Ecumênica  da Fé Cristã chegue ao coração do maior número possível de pessoas, especificamente de nossos adolescentes e jovens.

10h30 - Intervalo (trazer lanche para partilha)

SEGUNDO MOMENTO

1. AVALIAÇÃO DA SEMANA DE ORAÇÃO:
  (Grande Belo Horizonte e outras cidades)

2. "GRITO DOS EXCLUÍDOS"
Informações sobre a sua preparação - Rev. Bernardino (representante do CONIC-MG na Equipe Organizadora)

3.  OUTROS INFORMES
4.  ENCERRAMENTO - Ir. Márcia


Estamos aguardando vocês!
Pelo CONIC MG
Ir. Márcia

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

16ª Caminhada da Juventude ao Santuário Nossa Senhora da Piedade


Mais uma vez a Juventude da Arquidiocese de Belo Horizonte, subirá no dia 15 de agosto ao Santuário Estadual da Serra da Piedade com muita alegria e fé, impulsionados Com Maria, firmes na fé.

Está caminhada está sendo realizada pelo Secretariado Arquidiocesano de Juventude (SAJ) da Arquidiocese de Belo horizonte, com apoio do Vicariato Episcopal para a Pastoral, Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política, Rede Catedral de Comunicação e Santuário Estadual de Nossa Senhora da Piedade.

A caminhada representa muito para a Juventude Arquidiocesana, e gostaríamos de convidar todas as paróquias, grupos, movimentos, entidades, projetos a participar conosco deste momento de fé, de reflexão, de alegria, de conscientização, de preservação, de acolhida, de socialização. Como todos os anos a Peregrinação acontecerá no dia 15 de agosto de 2011 com início previsto para as 08hs no estacionamento e encerramento às 15hs no Santuário.

Informações e Orientações:

1 - Cadastro de caravanas
Aos organizadores das caravanas, será necessário um cadastro prévio de sua caravana, para melhor controle e administração do evento. A ficha de inscrição pode ser solicitada junto à secretaria da Peregrinação. Nela deve contar o nome do coordenador, paróquia, grupo ou movimento, contatos e RG de todos os participantes.

Cada caravana receberá um número de identificação no momento do cadastro junto à secretaria.

Telefone: (31) 3428-7943 / 3269-3132, pelo e-mail: juventudenaserra@gmail.com  ou no blog: juventudeserradapiedade.blogspot.com

2 – Taxa para manutenção e preservação
O Santuário Estadual de Nossa Senhora da Piedade estará recebendo uma taxa de visitação para ajudar na manutenção e preservação de sua ampla área ambiental e dos projetos que estão sendo desenvolvidos. Os valores são o seguinte: Ônibus: R$25,00 / Carro: R$5,00 / Moto: R$5,00

ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DE FÉ E POLÍTICA

TEMA: CONSTRUINDO A SOCIEDADE DO BEM VIVER

DATA: 03 de setembro de 2011.
A idéia é que este encontro possa, também, servir de preparação para o Encontro Nacional de Fé e Política. Pelas expectativas dos organizadores, deverá ter um público de cerca de 500 pessoas, em sua maioria vinda de grupos de fé e política, pastorais sociais e também do Movimento Mineiro de Fé e Política.

LOCAL: Paróquia Senhor Bom Jesus do Horto. Endereço Rua Artur Alvim, 288- Horto – Belo Horizonte – MG.

PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO: CEB'S , Fórum das Pastorais Sociais, Movimento Mineiro de Fé e Política, , NESP – Núcleo de Estudos Sóciopolíticos da PUCMinas , Pastoral da Juventude, Paróquia Senhor Bom Jesus do Horto, Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política da Arquidiocese de Belo Horizonte.

COLABORAÇÃO DOS PARTICIPANTES:R$ 5,00 (CINCO REAIS).

INSCRIÇÕES: Site da PUCMinas.

TELEFONES: (31) 3422 7033 / 3319 4978

INFORMAÇÕES: O encontro será aberto com uma mesa de discussão cujo tema remete ao Encontro nacional de fé e política deste ano: O que é a sociedade do bem viver. A mesa contará com as presenças da Irmã Delci, da CNBB, do psicólogo William César Castilho, professor da PUC Minas e de Ivo Lesbaupin, Sociólogo, Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da equipe do Instituto de Estudos da Religião – ISER-Assessoria.

PROPOSTA DE PROGRAMAÇÃO:
8h00 - Credenciamento e café
8h30 - Acolhida, mística inicial
9h00 - Mesa de Abertura: O que é a sociedade do bem Viver? (Irmã Delci, Ivo, William Castilho)
11h00 - Comunicações
12h00 - Almoço
13h30 - Trabalho em grupos
15h30 – Encaminhamentos
16h00 - Celebração Ecumênica

GRUPOS DE TRABALHO - ASSESSORES
13:30hsGrupos de trabalho
Grupo 01Saúde PúblicaBruno Alves Gomes - Médico
Grupo 02Fé e PolíticaPe. José Geraldo Barbosa – Coordenador da Dimensão sociopolítica da Arquidiocese de Mariana-MG
Grupo 03JuventudeMilton Lacerda
Maria Aparecida Jeremias – Ipatinga-MG
Grupo 04Economia SolidáriaMárcio Adriano Lima – Cáritas
Grupo 05Controle Social do EstadoDr. Fernando Antonio Fagundes Reis – Procurador geral de justiça adjunto institucional e coordenador da Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Sociais do Ministério Público de MG. Professor da Universidade Federal de Juiz de Fora
Grupo 06Gênero e EtniaMaria Emilia da Silva – Advogada com pós-graduação em Direitos Humanos
Grupo 07Controle do JudiciárioFernando Tadeu David – Advogado, Assessor na Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Sociais do Ministério Público de MG, Membro do Fórum Mineiro de Direitos Humanos e integrante da Coordenação do Movimento Mineiro de Fé e Política
Grupo 08Direitos HumanosEgídia Maria Almeida Aiexe – Mestre em Direito Constitucional pela UFMG, Presidente do Centro Educacional Cidadania e Paz. Membro da Coordenação do Fórum Mineiro de Direitos Humanos
Grupo 09Trabalho e desempregoMarcos Túlio Silva – Coordenador da Regional Vale do Aço do Sindieletro-MG
Presidente da CUT Regional Vale do Aço; Secretário de Saúde da CUT Minas
Grupo 10ÉticaDelze dos Santos Laureano – Professora de Direito agrário na Escola Superior Dom Hélder Câmara, em BH, MG, mestre em Direito Constitucional pela UFMG, doutoranda em Direito Internacional Público – Direitos Humanos – pela PUC Minas; integrante da RENAP – Rede Nacional de Advogados Populares
Grupo 11Democracia ParticipativaClarice Barreto Linhares – Socióloga, Professora
Grupo 12Reforma PolíticaEdmo Cunha
Grupo 13A cidade em que vivemosWhelton Pimentel Freitas – Historiador, Mestrando do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto, Conselheiro Nacional das Cidades e membro da Coordenação Estadual do Movimento Fé e Política de Minas Gerais, União Nacional por Moradia Popular e UEMP e integrante da Coordenação do Movimento Mineiro de Fé e Política
Grupo 14Meio Ambiente e MineraçãoPe. Antonio Claret – Arquidiocese de Mariana. Integrante do MAB (Movimento dos Atingidos por barragens)
Grupo 15Acompanhamento do LegislativoNesp
Grupo 16Meio ambiente e agrotóxicoRodrigo Pires Vieira – Cáritas
Grupo 17Assembléia PopularFrederico Santana
Grupo 18EcumenismoIr. Márcia Maria Lobo Leite – CONIC/MG
Grupo 19Espiritualidade no seguimento de JesusFrei Gilvander Moreira - Frei e padre Carmelita, mestre em exegese bíblica, assessor na CPT, CEBI, CEBs, SAB e Via Campesina
Grupo 20Controle Social da MídiaAna Karenina Berutti Marques – Jornalista. Professora na Faculdade Pitágoras.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Teleconferência sobre Brasil Sem Miséria

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome realiza nesta segunda-feira (8), às 14h, a teleconferência de mobilização do Brasil Sem Miséria. A ministra Tereza Campello explicará as ações do plano, que tem como meta elevar a renda e as condições de bem-estar dos 16,2 milhões de brasileiros que vivem na extrema pobreza. O objetivo é compartilhar informações, esclarecer dúvidas e acolher sugestões de estados e municípios. O telespectador poderá participar, apenas durante a transmissão do evento, nos canais de comunicação relacionados abaixo.

Telefone
(61) 3411-2333
(disponível para uso apenas durante a teleconferência)

E-mail
contato@brasilsemmiseria.gov.br

Twitter
@BrasilSeMiseria

Facebook
facebook.com/brasilsemmiseria

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Grito dos Excluídos - Seminário de Preparação



Belo Horizonte, 26 de julho de 2011
Companheiros e Companheiras,

No dia 13 de agosto de 2011, no Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política (Centro de Pastoral), membros de Organismos ligados as igrejas, Pastorais e Movimentos Sociais, estarão reunidos para o Seminário de Preparação para o Grito dos Excluídos 2011. Em sua 17ª edição, o Grito tem por tema: Pela Vida grita a TERRA, Por direitos todos nós!

O Grito dos/as Excluídos/as pretende levar às ruas o grito da Mãe Terra sofrida com tantos projetos de morte, os quais, escondidos atrás das máscaras do desenvolvimento, destroem a natureza e colocam em risco toda espécie de vida sobre o Planeta. Conseqüência também de um  modelo de desenvolvimento capitalista, que visa tão somente o lucro desenfreado de alguns poucos, é a negação dos direitos básicos da população: saúde, educação, moradia, acesso à Terra, à Água, lazer, cultura, emprego, soberania alimentar.

O governo anuncia o ascenso de 35 milhões de pessoas à classe média, porém, isso não significa que os direitos básicos destes e dos que continuam a linha de pobreza e miséria tenham sido garantidos.

O aumento do poder aquisitivo não significa necessariamente garantia de direitos básicos. Segundo dados do último Censo do IBGE, a classe média (domicílios com renda per capita de 1 a 5 salários) não passa de 34, 2% da população (Fonte: Brasil de Fato, nº 427). Os outros 66% estão na linha de miséria e pobreza.

Alguns questionamentos nortearam a discussão no encontro em torno do tema: Ainda temos excluídos/as?
Onde eles/as estão? Eles/as reconhecem que são excluídos/as? E nós, agentes de pastorais e militantes de
movimentos sociais, também nos reconhecemos como excluídos/as? Vimos que os/as excluídos/as continuam existindo e o Grito continua com sua razão de existir. Nossa missão é identificar as realidades de exclusão, ter consciência delas e transformá-las. Ser excluído/a é uma realidade que ninguém deseja ser, mas é real, não podemos negá-la. Esse é o primeiro passo na luta pela inclusão, contra todo tipo de exclusão.

Quem é excluído/a e nega esta condição, não assume a luta pela transformação.

Em Belo Horizonte, a discussão está girando em torno dos grandes projetos, das obras de infraestrutura e da Copa do Mundo. Os/as excluídos/as são também massacrados pela falsa idéia de progresso e as obras são planejadas e concretizadas a toque de caixa, empurradas de goela abaixo.

As comunidades atingidas não participam do processo de discussão sobre a viabilidade social e ambiental destas obras e, ao final, precisam ser remanejadas de seus espaços ancestrais ou então continuam vivendo nestes espaços, mas sofrendo os impactos diretos destes empreendimentos.

São tantos gritos que ecoam pelo mundo. A Mãe Terra “geme como em dores de parto” (Rm 8,22). O Grito pretende ser um momento de fortalecimento das lutas populares, bem como de dar visibilidade aos processos alternativos que estão sendo construídos a partir das bases, que apontam para uma outra sociedade possível, mais justa e igualitária.

O Grito dos/as Excluídos/as não é um evento isolado, ele vai para além dos protestos do dia 07 de setembro. Faz parte de um processo de mobilização e lutas pelos direitos, bem como de construções coletivas em torno de uma outra maneira de ver a Terra e de usufruir de suas riquezas, a partir dos princípios do respeito, da convivência e da sustentabilidade.

Por todo o Brasil, os gritos se unirão num só, e tecerão a colcha do projeto popular. Convidamos a todos a
participar do Seminário de preparação, onde fortaleceremos as lutas locais em favor da Mãe Terra, Terra de Deus e nossa, e dos direitos dos pobres, filhos/as da Terra, pobres de Deus.

Data: 13 de agosto          Horário: 08:30hs
Local: Vicariato Episcopal para a Ação Social e Político
(Rua Além Paraíba, 208 – Lagoinha – Belo Horizonte) Obs: Como estamos falando principalmente de meio ambeinte, pedimos a todos que tragam seu copo no dia do seminário, para evitarmos os produtos descartáveis.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Celebração pelo 7º dia de D. Helena Greco


Comunicamos q amanhã, terça-feira, dia 02 de agosto, às 20h, na Igreja São José teremos a celebração de um
culto ecumênico pela passagem de sete dias da morte de
D. Helena Greco.
Contamos c/ a presença de vcs e pedimos apoio p/ divulgação deste momento em q faremos uma homenagem a esta guerreira na luta pelos direitos humanos e pela construção de uma sociedade socialista. De certa forma, somos tod@s herdeir@s dos ensinamentos de D. Helena.

D. HELENA GRECO, PRESENTE!!!
ONTEM, HOJE E SEMPRE!!!