Vamos lá!
Pedimos ajuda na divulgação das páginas do Facebook:
https://www.facebook.com/GritoDosExcluidosBh
Evento:
https://www.facebook.com/events/461430483887683/
Próxima reunião: 03/09/12, segunda - feira, 15h no Vicariato Episcopal para a Ação Social (Rua Além Paraíba, 208 – Lagoinha – BH).
Relatoria 8ª Reunião de Preparação do Grito dos Excluídos 2012
“Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população”
Última reunião
Data: 27/08/2012
Local: Vicariato Episcopal para a Ação Social
Encaminhamentos anteriores:
Criação do símbolo comum: A proposta enviada será trabalhada e enviada quando estiver finalizada.
Sindimetro está providenciando panfletos e camisetas abordando a questão das PPPs e Terceirizações.
Confecção de faixas: Cada entidade providenciará as suas. Não houve reunião posterior dos grupos das oficinas do seminário.
Confecção de faixa comum: Mandaremos confeccionar esta semana uma faixa com o tema do grito “Queremos um Estado a serviço da nação, que garanta direitos a toda população”. O recurso será das doações que conseguimos.
Documento: O documento foi esboçado, e a comissão fará as alterações. Foi pedido para se acrescentar as ocupações e o déficit de moradias; a greve dos servidores e professores federais; agrotóxicos; questões ambientais; falta de políticas públicas para o tratamento de drogas; questão carcerária; Violência, sobretudo a de gênero; criminalização da pobreza.
Pediu-se ainda para dar ênfase nos altos custos das taxas de serviços e no parágrafo de transporte enfatizar o metrô e o Anel Rodoviário.
Mobilização: Foram criadas a página e evento no Facebook.
Foi enviado e-mail com spot e release do grito para a lista de e-mails além de divulgado para as mídias que temos contatos.
Quem tiver contato com algum jornal de bairro, rádio comunitária, etc, ajudará na divulgação.
Coletiva de imprensa: O Sindicato dos Jornalistas está reservado, porém, Dom Mol não terá disponibilidade, tentaremos novamente ressaltando a importância de sua fala. Caso ainda assim ele não tenha nenhuma disponibilidade, convidaremos Dom Luiz
Programação do dia: Serão convidados para fazer animação do carro de som, Reginaldo e Coelho, e Liliam, Kika e Sofia.
Concentração 8h da manhã na Praça da Estação, com músicas, chamada dos movimentos e organizações presentes.
Mística por volta das 9h – ainda a ser fechada.
Introdução – O que é o grito.
Abertura para fala dos movimentos e pastorais Sociais.
A cada 300 metros haverá fala das oficinas do seminário.
Praça da Rodoviária – Um gesto (mística) na praça + falas das centrais sindicais.
Praça 7 – Abertura das falas ao público.
Precisamos de 2 pessoas para ajudar no controle da entrada no carro de som, já que há um limite de pessoas.
Discutiu-se a possibilidade de abertura de fala para os candidatos presentes. Definiu-se que esta abertura não aconteceria, pois o momento é de dar visibilidade aos excluídos e excluídas, mesmo que se considere importante o debate das propostas com a sociedade.
Próxima reunião: segunda feira, 3/9, Às 15h, na Rua Além Paraíba, 208 – Lagoinha.
Equipe de Articulação do Grito dos Excluídos de BH
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Culto Festivo - 50 Anos da Igreja Evangelica de Confissão Luterana da Paz
Foto: Google Maps
ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12
Prezados Irmãos,
A Igreja da Paz - CECLBH - comemora 50 anos
no dia 16 de setembro de 2012,
o que é motivo de grande alegria
para aqueles que dela fazem parte.
Queremos celebrar essa data
com os amigos e os convidamos para nosso
Culto FestivoLocal: Igreja da Paz
Data e horário: 16 de setembro, às 9:30 horas
Endereço: Rua D. Salvadora 37, Serra
Nosso abraço fraterno
Diretoria da CECLBH
I Samuel 7.12
Prezados Irmãos,
A Igreja da Paz - CECLBH - comemora 50 anos
no dia 16 de setembro de 2012,
o que é motivo de grande alegria
para aqueles que dela fazem parte.
Queremos celebrar essa data
com os amigos e os convidamos para nosso
Culto FestivoLocal: Igreja da Paz
Data e horário: 16 de setembro, às 9:30 horas
Endereço: Rua D. Salvadora 37, Serra
Nosso abraço fraterno
Diretoria da CECLBH
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Documentário sobre 18º Grito dos Excluídos em MOC será exibido na subsede do SindUTE-MG
O Regional Norte do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE-MG) convida você para mais uma sessão do Projeto “CineUteCinemaComentado”, que exibirá, no próximo sábado (1º/09), às 17h, documentário sobre a 18ª edição do Grito dos Excluídos em Montes Claros, Norte de Minas Gerais, realizada na manhã de 07 de setembro de 2011.
“Venha conhecer o histórico dessa manifestação popular e discutir suas propostas”, motivam os organizadores desta sessão de cinema na subsede do SindUTE. A exibição acontecerá no pátio da subsede, cujo endereço é Rua Juca Prates, 1358, Bairro Operário-Cultural Morrinhos. O documentário tem cerca de 15 minutos e é uma produção comunitária feita a partir de vídeos de militantes dos movimentos e pastorais sociais da região.
Mostra desde o culto ecumênico e interreligioso desenvolvido na Praça da Catedral, passando pelo embate com policiais que barraram a manifestação na Rua Gabriel Passos, centro da cidade, e vai até a passagem da reivindicação de milhares de pessoas dos mais diversos bairros de Montes Claros pela Avenida Deputado Esteves Rodrigues (Sanitária), encerrando a caminhada-protesto no estacionamento da Prefeitura.
Vale a pena conferir este outro olhar sobre o Desfile da Independência. Em nível nacional, este ano será a 18ª edição do Grito. Em Montes Claros, será a 19ª. Tem por enfoque “Vida em Primeiro Lugar: queremos um Estado a Serviço da Nação que garanta Direitos a toda a população” dentro das discussões da 5ª Semana Social Brasileira (SSB) com o tema “A participação da sociedade brasileira no processo de democratização do Estado” e lema “Estado pra que e pra quem?”.
CONFIRA ABAIXO IMAGENS DA 18ª edição do Grito em MOC registradas por missionários do Projeto "Escola da Cidadania Dom Luciano Mendes de Almeida" na Arquidiocese de Montes Claros
Fonte: Blog da Assembleia Popular Montes Claros
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Gritos dos/as Excluídos: Os gritos que a gente não vê
"Vi na TV que em Florianópolois, em Santa Catarina, estão contratando pedreiros de "luxo”. Salário de R$5.000,00, mais casa, alimentação e lazer. É por isso que estou indo. Não pensei duas vezes. Pobre não tem escolha”. A frase é de Sérgio, 25 anos, 1º grau de escolaridade incompleto, com quem viajei num ônibus, do Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais) até São Paulo com destino final, Florianópolis. A ação de Sérgio é como um Grito de milhares de trabalhadores sub-empregados ou desempregados sujeitos a trabalhos de qualquer espécie para sobreviver em um Brasil que acaba de se tornar a "5ª maior economia do mundo”.
Deslocamentos de trabalhadores ocorrem e são impulsionados no bojo da mundialização do capital, da transnacionalização de empresas, da financeirização, autonomização da produção, cujo caráter principal é a desregulamentação da política, da economia, a informalidade do trabalho, e, o esgarçamento da cidadania e da democracia. Veja-se o tratamento policial sobre as greves de trabalhadores nos canteiros de obras da Copa 2014 e do Rio Madeira para a construção de barragens. Quantos milhares de Sérgios não têm acesso à trabalho decente e à saúde na 5ª maior economia do mundo?
Dias depois, conheci dona Eloisa, 51 anos, cearense do Crato, em São Paulo. Ela tinha rosto sofrido, mas brilho, alívio e sorriso no olhar. Durante 20 anos dormira sob papelão em um barraco às margens do Tamanduateí. Mas, há cinco anos, foi à luta com o movimento dos sem-teto. Enfrentou a violência do Estado policial e o preconceito. Há dois dias, ela conseguiu uma casa popular. Muito contente, disse-me que voltava do centro da cidade, onde fora comprar um colchãozinho inflável. Depois de 25 anos ia poder voltar a dormir em um colchão. Mais um Grito por moradia abafado. Quantos milhares de famílias dormem em barracos de madeiras às margens de esgotos e lixões na 5ª maior economia do mundo?
Outro Grito veio de um imigrante boliviano, José Jamil, que trabalhou como escravo em oficinas de costura, em São Paulo-SP. Resgatado, Jamil disse não "ter para onde ir”. Não havia outra alternativa senão permanecer alvo das empresas transnacionais e suas fornecedoras que lhes supre de mercadorias baratas às custas do trabalho mal pago ou escravo de muitos imigrantes. Quantos imigrantes trabalham como escravos, sem moradia, sem escola, sem acesso à cidadania na 5ª maior economia do mundo?
Em um dos bancos do terminal urbano Ana Rosa conheci o Marcelo, 25 anos. Ele dizia que já fora pessoa trabalhadora com seu pai e sua mãe em um sítio em Nova Venécia-ES. Mas, um fazendeiro tomou-lhes a terra e plantou eucalipto em tudo. O pai falecera dias depois. A mãe fora para um asilo. A ele, restou "sair de mund’afora”. Perguntei-lhe sobre o fato do prefeito Gilberto Kassab colocar a guarda civil metropolitana no encalço dos moradores de rua e proíbir a distribuição da sopa a eles pelas organizações de solidariedade. Marcelo tomou uma cachaça e disse-me: "já fui escorraçado e apanhei várias vezes desses guardas.” quantos milhares de camponeses são expulsos do campo o eito dos canaviais, nos canteiros das grandes obras, ou, para morar nas ruas da 5ª maior economia do mundo?
Outro dia, encontrei Dona Eva pelas estradas empoeiradas do Vale do Jequitinhonha-MG. Ela mora em uma comunidade quilombola sem acesso a água potável. Tem três filhos, um deles trabalhador migrante cortador de cana. Todos os dias, de manhã e à tarde, dona Eva precisa caminhar seis quilômetros caatinga adentro para ir buscar água em uma represa que a Ruralminas fez para irrigar monocultivos de banana. Quantos milhares de famílias não tem acesso à água potável na 5ª maior enconomia do mundo?
Semana passada, encontrei-me com Dona Francisca e o Mestre Magrão. Ela falou-me sobre um grupo de mulheres que luta bravamente para sobreviver no Jardir Rincão, periferia de São Paulo. Ali, além das tarefas domésticas, elas elaboram costuras e artesanatos para tentar complementar a parca renda familiar. Como diria Sidnei Silva, "costuram sonhos” de viver com dignidade humana em suas famílias, em suas comunidades. Já o Mestre Magrão falou-me do trabalho de capoeira e de formação que ele faz com crianças, adolescentes e jovens na mesma periferia do Jardim Rincão. Com sua arte, procura colaborar para que meninos e meninas não encontrem na violência, nas drogas e prostituição, sua única alternativa de vida. Contudo, quantas Donas Franciscas e Mestres Magrões lutam sem o reconhecimento e apoio do poder público na 5ª maior economia do mundo?
Na 5ª maior enconomia do mundo, o Estado e os governos locais ignoram, de propósito, Sérgios, Eloisas, Josés, Marcelos, Evas, Franciscas, Magrões. Não ouve seus gritos por direitos básicos de cidadania. Ao contrário, os reprime com a violência organizada, institucionalizada. A quem e como serve o Estado na 5ª maior economia do mundo?
O 18º Grito dos Excluídos questiona esse sistema, por um lado, e, por outro, busca potencializar os Gritos da gente que a gente não vê, não ouve, não reconhece. Procura, através das lutas, sonhos, esperanças mostrar que há possibilidades e alternativas populares de se construir um país melhor, no qual o Estado garanta direitos a toda população, onde o ‘luxo’ não seja exceção ilusionista de tv, e, nem favor de empresas e governos.
Assim, o 7 de Setembro é mais que um dia da Pátria. Mais que um momento, que um evento. Faz parte de um processo de lutas por dignidade, cidadania e soberania popular. Se os direitos de cidadania e os valores democráticos forem garantidos aos trabalhadores, esta já é a essência do gozo – e não luxo – da nossa condição humana e do convívio em uma sociedade, onde o Estado esteja a serviço da nação e garanta direitos à toda população!
Por: José Carlos Alves Pereira | Grito dos/as Excluídos/as
O título foi adaptado
domingo, 26 de agosto de 2012
...AFINAL, O QUE É MESMO UMA EDUCAÇÃO LIBERTADORA?
Companheir@s,
Irmãs, irmãos:
Irmãs, irmãos:
"Continua de pé a necessidade de insistirmos nos sonhos e na utopia. Mulheres e homens, nos tornamos mais do que puros aparatos a serem treinados ou adestrados. Nos tornamos seres da opção, da decisão, da interação no mundo. Seres da responsabilidade" Paulo Freire.
"...Afinal, o que é mesmo uma educação libertadora"?
Será o tema da nossa conversa, no dia 01 de setembro, sábado, das 9h às 12h, tendo como nossa convidada, a professora e educadora SANDRA AZEREDO, UFMG. Desta forma, estaremos celebrando com todas/todos a memória viva do grande educador e pensador Paulo Freire por ocasião de seus 91 anos (1921-2012).
Local: Salão Paroquial da Ig. São José - 1o. andar
Mística: texto-guia Mc 6, 30-44
Responsável: Pe. Henrique
Mística: texto-guia Mc 6, 30-44
Responsável: Pe. Henrique
Importante lembrar:
- convidar amig@s e companheir@s para participar deste encontro, principalmente para quem trabalha com o povo nas comunidades, grupos, movimentos, pastorais etc. - DIVULGUE - REPASSE!
- trazer lanche para nossa confraternização;
- contribuição para a repartição dos textos de formação;
- GRITO DOS EXCLUÍD@S - dia 7 de setembro - Praça da Estação - às 8h - participe!
- convidar amig@s e companheir@s para participar deste encontro, principalmente para quem trabalha com o povo nas comunidades, grupos, movimentos, pastorais etc. - DIVULGUE - REPASSE!
- trazer lanche para nossa confraternização;
- contribuição para a repartição dos textos de formação;
- GRITO DOS EXCLUÍD@S - dia 7 de setembro - Praça da Estação - às 8h - participe!
"Aprendendo como e o que o povo conhece, a militância pode e deve ensinar melhor o que o povo já sabe" Paulo Freire.
Nosso abraço carinhoso,
Fórum Político Interreligioso/BH, 26 de setembro de 2012
Ir. Brígida, Pe. Henrique, Lindalva e Zélia
9685-4644 ou 3482-2780
Nosso abraço carinhoso,
Fórum Político Interreligioso/BH, 26 de setembro de 2012
Ir. Brígida, Pe. Henrique, Lindalva e Zélia
9685-4644 ou 3482-2780
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